Ontem durante 90 e tal minutos Miklos Féher foi recordado no relvado que pereceu há quase nove meses.
Foi um jogo de muitas recordações e em que a emoção esteve bastante emocionada pela morte de Miklos.
Mas, se não bastasse, como se de um acto masoquista se tratasse a alma benfiquista, assim como a portuguesa, estava ontem, mais pobre pela morte de Fialho Gouveia.
Existem coisas do destino, há quem acredite nelas ou não, mas a realidade é que o Benfica marcou o seu primeiro golo ao minuto 69, esse número igual às primaveras de Fialho, e o segundo golo, ao minuto 91, o mesmo em que Fernando Aguiar, em Janeiro, considerara ser o minuto para o golo do Benfica, para depois acontecer o que todos sabemos e vimos.
Será este, um Benfica divino?