Não terá o governo dado importância a mais à deslocação do tão falado "barco do aborto"?
Não teria sido mais fácil deixar o mesmo ancorar na Figueira, essa terra tão conhecida do nosso primeiro, e impor as leis portuguesas?
Conseguiram, aliás, conseguiu o Dr. Paulo Portas dar mais protagonismo, mediatismo a esta iniciativa com a medida que tomou do que se tivesse deixado o barco ancorar.
Dr. Paulo Portas, é ridículo ver aquelas fragatas de guerra ao pé de um "botezinho", como se estivéssemos a ser atacados.
Quero esclarecer que não está em causa a questão do aborto, porque isso, dava um post bem longo e não tenho tempo, mas sim, a figura triste que fizessemos aos longos do Mundo com esta atitude.
A ler o editorial de hoje do DN, preciso e conciso.